




Ajudo empresas familiares e organizações em crescimento a tomar decisões críticas, fortalecer sua governança e transformar prioridades estratégicas em execução.
À medida que uma organização cresce, decisões importantes passam a envolver mais pessoas, riscos, interesses e dependências. O problema raramente é a falta de conhecimento ou esforço.
Normalmente, falta clareza sobre o que precisa ser decidido, quem deve decidir e como transformar a decisão em ação.
Trabalho ao lado de acionistas, conselhos e executivos para estruturar problemas complexos, tornar escolhas e riscos mais claros e criar as condições necessárias para uma execução disciplinada.
Baseado em Edinburgh🇬🇧, apoio empresas familiares e organizações em crescimento no Brasil🇧🇷 e internacionalmente🌎 em decisões estratégicas, governança e execução.
Sou Lucas Gomes Arruda, ex-sócio da KPMG, com mais de 18 anos de experiência apoiando acionistas, conselhos e executivos em decisões de alta relevância.
Ao longo da minha carreira, trabalhei com empresas familiares, organizações nacionais e grupos multinacionais em setores como agronegócio, saúde, energia, varejo e mercado imobiliário. Muitas dessas organizações atravessavam períodos de crescimento, profissionalização, sucessão, transformação ou aumento significativo de complexidade. Nessas situações, o desafio raramente era apenas técnico. Era necessário conectar estratégia, governança, risco, pessoas e execução.
Durante minha trajetória na KPMG, liderei equipes com mais de 40 profissionais, assessorei organizações em diferentes estágios de desenvolvimento e participei de discussões com executivos, conselhos e reguladores. Também atuei como revisor de qualidade em sete países da América Latina, experiência que fortaleceu minha capacidade de questionar premissas, identificar riscos e avaliar decisões com independência.
Atualmente, aplico essa experiência em um contexto de inovação e impacto social no Reino Unido, apoiando o desenvolvimento e a implementação de iniciativas estratégicas, business cases, modelos de governança e processos de transformação organizacional.
Essa combinação me permite compreender tanto o rigor necessário para tomar uma decisão quanto os desafios práticos de fazer com que ela seja implementada.
Atuo principalmente quando uma decisão importante precisa avançar, mas a organização ainda não possui clareza, alinhamento ou estrutura suficientes para tomá-la e executá-la com segurança.
Isso normalmente acontece quando:
É nesse ponto que normalmente agrego mais valor, em situações como:
Quando acionistas, conselhos ou executivos precisam tomar uma decisão relevante sobre crescimento, investimentos, estrutura, tecnologia, profissionalização, sucessão ou alocação de recursos. Ajudo a organizar o problema, questionar premissas, tornar as opções comparáveis e explicitar os riscos e consequências de cada alternativa.
Quando uma direção já foi definida, mas as equipes ainda não possuem clareza suficiente sobre prioridades, responsabilidades, dependências e critérios de sucesso. Ajudo a transformar a decisão em um plano de execução compreensível, com responsáveis, etapas, fóruns de acompanhamento e pontos de decisão.
Quando a estrutura atual de governança já não acompanha a complexidade da organização ou da decisão que está sendo tomada. Ajudo a avaliar papéis, fóruns, informações, responsabilidades e processos de escalonamento para que as decisões sejam tomadas no nível correto e acompanhadas adequadamente.
Quando o negócio cresceu mais rapidamente do que suas rotinas de liderança, processos de gestão e estruturas de decisão. Ajudo a identificar onde a complexidade está gerando lentidão, duplicidade, riscos ou perda de responsabilização e a estruturar uma resposta proporcional às necessidades da organização.
Por que esta abordagem é diferente
Minha perspectiva foi construída em ambientes exigentes, nos quais uma decisão inadequada poderia produzir consequências financeiras, regulatórias, operacionais e reputacionais relevantes.
Como ex-sócio da KPMG, desenvolvi uma forma de trabalhar baseada em rigor, independência, julgamento e capacidade de questionar premissas, inclusive em conversas difíceis com executivos, acionistas e conselhos.
Ao mesmo tempo, minha experiência atual no Reino Unido me aproximou ainda mais da realidade de organizações que precisam avançar em ambientes de incerteza, com recursos limitados, diferentes interesses e informações incompletas.
Por isso, meu trabalho não se limita a formular uma recomendação conceitualmente correta. Procuro compreender o que pode impedir uma decisão de funcionar na prática: responsabilidades pouco claras, incentivos desalinhados, ausência de informação, falta de capacidade, governança inadequada ou rotinas que não sustentam a execução.
Também não substituo os especialistas técnicos que uma organização possa precisar. Quando uma decisão envolve temas jurídicos, tributários, tecnológicos ou setoriais específicos, meu papel é ajudar a liderança a integrar as diferentes perspectivas, avaliar suas implicações e transformar recomendações técnicas em uma decisão executável.
É nesse espaço, entre a complexidade da decisão e a realidade da execução, que realizo meu melhor trabalho.